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Página de Guiomar Barba

Guiomar Barba

Meus Amigos

vivendo em Cristo

DEUS


Parece que cada um de nós cria um Deus segundo a sua conveniência ou retém o Deus que lhe foi imposto desde o ventre materno. Aqueles que sustêm um Deus castrador, déspota, vivem sob constantes conjecturadas ameaças de castigo e, portanto, em penitências diárias na tentativa de agradá-lo. Inconvenientemente, tentam também impor aos outros o seu drástico senhor. São, por conseguinte, pessoas estigmatizadas por sua intolerância, mesmo sabendo-se que o deus de tais pessoas é filho da ignorância que cresceu com elas. O que não sabem “os tolerantes” é quantas angústias, medos, e esforços sobejam no coração dessas pobres almas que lutam para exorcizarem este tirano no silêncio da sua “blasfêmia”.
Diz o Rubens Alves que “os homens têm sujado esta fonte (Deus) com seus mal cheirosos excrementos intelectuais.” Fico, porém, mais indignada quando me transporto à história da igreja e percebo que esta fonte foi muito mais suja, penso eu, com o egoísmo, avareza e luxúria dos negociantes mercenários da religião, que forjavam castigo divino para comercializarem o perdão e assim viverem opulentamente às custas das pobres almas apenas acalmadas. Em nome da avareza disfarçada de espiritualidade dos “donos da salvação”, perpetua-se esta farsa pelos séculos entre aqueles que ignoram as Escrituras que testificam do amor incomensurável de Deus e do Seu perdão por pura graça.
Por mais que houve homens conhecedores de Deus que lutaram contra esta idéia de um Deus carrasco, punitivo até as chamas das fogueiras clericais, percebe-se pela própria história que muitas pessoas sempre viveram sob a opressão do medo e culpa. Uma das referências para mim, mais chocantes na bíblia é quando os discípulos, caminhando com Jesus, encontraram um homem cego de nascença e perguntaram a Jesus: “Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?” Ora, se eles acreditassem em reencarnação ainda se poderia entender tal pergunta, mas como sabemos que eles não defendiam esta crença, concluímos que chegava às raias da paranóia a idéia de castigo.
Creio, porém que se a “tolerância” dos “tolerantes” fosse filha do amor, eles seriam mais compassivos e longânimes com os “intolerantes.” O que parece mais é que essa “tolerância” é filha da cultura e por este motivo se torna beligerante contra os “intolerantes” filhos da ignorância espiritual. Portanto, sabemos que o próprio Deus, que tem sido confeccionado, acusado, em conformidade com a informação que cada um interioriza sobre Ele estribado no que recebeu, não se zanga, não despreza, muito menos zomba, antes indulgencia tais pessoas. Busquemos, portanto, nesta fonte inesgotável de amor, “tolerância” para com os “intolerantes”, tenha sido essa “intolerância” engendrada sob qual for à crença.

Pra: Guiomar Barba.

















"A JUSTIÇA NÃO SE CONFORMARÁ COM PANTOMINAS...!? "




A ordem jurídica que rege uma sociedade é, de facto, um complexo ordenado de normas de direito objectivo - assim se designa para distingui-lo da faculdade jurídica que alguém pode extrair das normas em defesa dos seus interesses (direito subjectivo) - que, apesar de todas as manifestações correntes de cepticismo, vêem no direito apenas um instrumento de opressão e tendem, ou deveriam tender, ainda assim, para a realização da justiça. Hoje o meu "desassossego maior" estriba-se no facto de que a justiça se deixou de entender como a vontade firme e constante de reconhecer e atribuir o que é devido aos outros e, também, que ela própria constitui uma relação "aritmética" de igualdade.
Por vezes chego a pensar que a justiça se transformou numa opinião mutável, uma expressão do arbítrio e da força, uma vantagem para quem comanda e um prejuízo para quem obedece.
Por vezes, reflectindo a partir da minha janela - conforme demonstra a foto - ainda recordo palavras que forjaram a minha infância, tais como: "justiça", "equidade", "honestidade", "caridade","clemência" e "lealdade". Infância incendiada de contos de fadas e "palavra de honra"...qual biblioteca de sonhos...
Hoje, o "fantasma" de que a justiça é meramente formal e despersonalizada - gerando, por isso, clamorosas injustiças - deixa-me "à beira de um ataque de nervos".
Basta "olhar" para os mídea para logo concluir que o Estado cria sempre "cenários macabros e labirinticos de miséria em todos os quadrantes da vida em sociedade" para , alegadamente em defesa dos administrados, se sobrepor à realização da justiça.
O que mais temia, parece vislumbrar-se, paulatinamente, num horizonte próximo: o exercício da justiça com implacável dureza e rigidez mecanicista ou, por vezes, a sua realização num plano de lógica abstracta.
Tudo isto faz resvalar os que estão "ligados" à justiça por dever profissional (Bastonário, advogados, juizes, etc...) para "terrenos perigosos": defesa de casos de notoriedade utilizados pelos mídea - numa notória "corrida" aos interesses individuais e pessoais -, desmotivação, expectativa, conformismo, etc.... Num quadro de ética, a fama e o "cheiro" do dinheiro, são, na verdade, ainda a maior promiscuidade para os muitos que "juraram", publicamente, fazer da profissão um «sacerdócio» na luta desinteressada da descoberta da verdade.
Não há entre a regra moral e a regra jurídica diferenças de domínio, de natureza, ou de fim.
A aplicação do direito sem base ética, parece-me inconcebível. Não será admissível condenar alguém à privação da liberdade, numa base relativista, segundo critérios formais, desprovidos, portanto, de base moral. Não é fácil encontrar sociedades alheias a sentimentos de caridade e misericórdia, ainda que frequentemente os esqueçam.
Qualquer dia os crminosos vêm, com razão, alegar em sua defesa que são vítimas, directa ou indirectamente, das instituições. Exigindo, por isso, compensações, pelos malefícios resultantes das dúvidas, hesitações, hibridismos e «complexo de culpa» que têm dominado a justiça.
Qual é a punição a sofrer pelo Estado quando as centenas de arguidos - que estavam em prisão preventiva e de repente, por força do novo Código de Processo Penal, ficaram agora em liberdade - começarem a praticar novos crimes na vigência dessa liberdade? Que pantominas virão a "terreiro" para fundamentar a exclusão das responsabilidades?
Muitos responderão: a punição ocorrerá quanto o soberano Povo depositar o seu voto nas «urnas». Que estranha resposta.....quando todos sabemos que a retórica já é uma "instituição" e cujos mecanismos de sedução "furtam" a já muito manipulável memória do Povo.
Da minha janela, vejo que se perfila a colocação de "membros do Governo", em dependência directa do Primeiro Ministro, para coordenarem a Investigação Criminal, as Forças Armadas e as Forças Policiais. Este facto "obriga-me" a ser "assaltado" por turvos e promíscuos pensamentos.
Agora que o Sol me deixou, vou fechar a minha humilde janela mas, porque a noite é longa, ainda fico a "matutar": - se não fosse, ainda, a existência de alguma valoração ética, educação ou temor, de grande parte dos criminosos - não é um paradoxo - a grande criminalidade já se teria instalado neste «cantinho à beira mar plantado»?.
Se a meio da noite sonhar, o que é já raro, espero não ter que me confrontar com um "pesadelo": o «fantasma» daquela mulher de olhos vendados, com uma balança numa das mãos e uma espada na outra.. que tantas expectativas me deixou, dizendo, nos meus tempo de criança, que era um "anjo- da -guarda".
Paulo

SE FOSSE TEOCRATA...




“Feliz a nação cujo Deus é O Senhor.” (Salmo 33:12).

Israel era uma nação teocrática e, por assim ser, os responsáveis pelo Estado permaneciam sob a mira dos olhos de Deus, que não descuidava quanto a abusos sociais, absolutismo, politiquice e tantos outros desmandos peculiares a vários chefes que são escolhidos pelo povo ludibriado. Assim, não se oportunava falácia que iludiria ao povo, como é costume dos políticos que buscam contas bancárias gordas e holofotes, embora conhecedores das carências escandalosas do povo e entendendo como supri-las, mas tendo má vontade para tal, conscientes que grande maioria dos eleitores têm a memória curta, usam pantomima para escalarem suas pretensões políticas e esvaziarem os cofres públicos, sabendo que sempre estarão protegidos por códigos penais que revertem sua interpretação para benefício dos tais.


Não era assim em Israel até que o povo decidiu rejeitar o governo de Deus e clamar por um rei, como era comum às outras nações. Embora ele estivesse experienciando injustiças através de juízes avarentos, subornáveis que pervertiam os seus direitos, o seu coração empedernido rejeitou as predições do sacerdote Samuel, que lhes expunha segundo orientação de Deus como lhes seria um rei: um chefe prepotente, que tomaria os seus filhos e filhas e os empregaria para proveito próprio, tomaria o melhor das suas lavouras, vinhas, olivais e os daria a seus servidores. As sementeiras e vinhas dizimaria para ofertar a seus oficiais e serviçais. Tomaria também os servos e servas, os melhores jovens, os seus jumentos, empregando-os no seu próprio trabalho. E ainda mais desfalcaria os seus rebanhos, e dos seus donos faria servos segundo seus interesses. No entanto, o povo, firme no seu propósito, escolhera o rei, colhendo para si a conseqüência do seu erro. O que não difere hoje do povo que, acomodado, elege o político por sua retórica e não por um exame sobre sua precedência política.

Deus continua no seu apelo de reinar sobre o povo. As suas legislações para o funcionamento perfeitamente justo do estado, continuam gritando desde as páginas do Livro Sagrado. Leis sobre partilhas, saneamento, punições legais, soluções para problemas comportamentais em todas as áreas, educação, celebrações coletivas sem riscos, delegação de poder, e todo processo necessário ao bem comum do povo. Todas estas provisões estariam sob o comando de um Chefe de Estado portador de valores morais que não se curvaria diante de subornos, por mais “enriquecedores” que fossem, mas teria seu caráter sempre comprometido com a lealdade, diante de ricos ou plebeus.
Parecerá um devaneio para aqueles que não conhecem as verdades sagradas e/ou perderam todas as esperanças diante de tantas falcatruas políticas.
Estou em concordância com a sua desilusão. O tempo está esgotando-se célere, a paciência de Deus transborda o cálice. Toda longanimidade, mesmo a de Deus, tem seu limite. Chegamos à advertência do apóstolo Paulo a Timóteo: “Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto o poder”.
São exatamente homens com estas características, entre um punhadinho de homens sérios e honestos, que não podem prevalecer pelo número, que ditam as leis ao seu bel prazer.

Temos, no entanto, um alento: Se o Meu povo, que se chama pelo Meu Nome, se humilhar, e orar, e Me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, Eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. (2ª Crônicas 7:14).

À semelhança da nossa querida ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, ainda restam joelhos que não se curvarão a baal. Deus poderá levantar homens e mulheres ilibados como Daniel, José, Sadraque, Mesaque e Abdenego, Moisés, Josué, Débora, que façam a diferença em favor de um povo esmagado por tributos abusivos sem resultado para os fins propostos e todas as mazelas que ferem e dizimam a sociedade já exausta. O mundo marcha a passos largos para a sua auto destruição. Antes que as potências do céu sejam abaladas, façamos a nossa parte. Lutemos pelos nossos direitos. Pra. Guiomar Barba.

Este nosso grito por justiça une-se a corais talvez de todas as nações. Leiamos, portanto, o berro do nosso amigo Paulo Sempre na próxima postagem extraída do seu Blog: http://filhosdeumdeusmenor.blogspot.com/

MAS EU TE PERDÔO




“Assim também Meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão.” Mateus 18:35.


Quantas pessoas vivem na masmorra da culpa, da angústia, da opressão maligna e até muitos já engrossam a fileira dos desequilibrados mentais, vítimas de “servos malvados,” pessoas que jamais liberam perdão, por mais que o devedor, arrependido, esgote recursos buscando se redimir. Jesus, no entanto, deixa-nos ensinamentos preciosos sobre a justiça do perdão. Analisemos esta parábola:

Ele fala de um rei que passou a ajustar contas com seus servos e entre eles havia um que lhe devia dez mil talentos (diz-se de uma unidade de moeda romana. Um talento era equivalente a de vinte e sete a trinta e seis quilogramas de ouro ou prata). Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía e que a dívida fosse paga.
Então, o servo, prostrando-se reverente, rogou: “sê paciente comigo, e tudo te pagarei”.
E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida.
Saindo, porém aquele servo encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem pequenas moedas de prata (denários), então ele o agarrou e sufocando-o dizia: paga-me o que me deves. O devedor então, exatamente como ele, rogou ao seu credor, caindo-lhe aos pés: “sê paciente comigo, e tudo te pagarei”.
Ele, entretanto, se negou; antes indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida.
Seus companheiros, muito entristecidos com o que viram, relataram ao senhor que profundamente indignado chamou-o dizendo: servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste; não devias tu igualmente compadecer-te do teu conservo? Entregou-o então aos verdugos, até que pagasse toda a dívida.
Assim também Meu Pai celestial vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão. Mateus 18:23-35).

Jesus inverteu o quadro promovendo justiça cristamente aplicativa e que não permite nenhuma justificativa sequer para “servos malvados.”
A parábola efetivamente denuncia a conseqüência para aquele que retém o perdão: ele se torna prisioneiro da sua própria perversidade, passa a remoer-se em uma masmorra de ódio, despeito, inveja, ciúmes, e tantos outros sentimentos opressores e, como se não bastasse, sob a acusação da sua própria consciência, que se torna seu verdugo mais cruel, além dos espíritos malignos que se deliciam em oprimi-lo até que ele, exausto, se dobre diante da justiça e, arrependido, reconhecendo seus pecados, não só libere o perdão, mas agora também reconheça sua necessidade de recorrer à pessoa que ele intentou fazer prisioneira, perdoá-la e pedir-lhe absolvição ou opte por sua própria condenação eterna.

Porque o juízo é sem misericórdia para com aquele que não usou de misericórdia. A misericórdia triunfa sobre o juízo. Tiago 2:13.

Deparamo-nos, talvez na sua maioria, com “servos sutis”, que negam o perdão solicitado sob uma capa de: “eu não tenho nada a lhe perdoar” ou “eu não tenho nada contra você”, embora o olhar frio ou suas atitudes gritem o inverso. São pessoas extremamente maléficas, que denigrem na sua amargura a quem tentam deixar numa câmera fria, olvidando-se que há um justo juiz nos céus, que tem sobre todos nós os Seus olhos postos e não faz acepção de pessoas, mas para todos oferece a graça que superabunda onde extravasou o pecado.

É necessário termos a consciência de que se de todo a pessoa a quem ofendemos nega-se absolutamente a nos perdoar, podemos com fé achegarmos-nos a Deus, confessando a nossa transgressão, nunca negligenciando. No entanto, nosso dever é consertamos em primeiro horizontalmente se foi contra alguém que pecamos, antes de recorrermos ao indulto vertical e crendo confiadamente que aquele que confessa e deixa, alcança misericórdia; não permitirmos nunca que o intento de alguém em nos deixar aprisionados se efetue por falta de descansarmos no perdão absoluto de Deus.
Entendemos que para muitos perdoar ou pedir perdão é uma tarefa gigantesca, tanto quando temos ciência que a nossa ofensa foi grave, como quando fomos machucados profundamente, todavia sabemos que o amor cobre multidão de pecado e nós fomos chamados para AMAR, exercermos o dom que será o único eterno. Pra. Guiomar Barba.

FÁTIMA DESMASCARADA VI




"Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus." (Mateus 22:29).

Extraimos esta matéria do blog Filhos de Um Deus Menor, do Paulo Sempre. Vale a pena explicar que o meu amigo português não é evangélico. É apenas uma pessoa que prima pela exactidão daquilo que abraça. É um militante das causas que afetam o seu povo.




Todas as crianças são inocentes e a melhor expressão do reino de Deus é que os pastorinhos de Fátima - Francisco, Lúcia e Jacinta, foram vítimas de exploração e maus tratos e ainda agora estão a ser exploradas.
Há quem defenda que Fátima foi uma bandeira do anticomunismo, mas, isso é a Fátima nº 1 pois em 1917 não se falava na Rússia . Depois vem a Fátima nº 2, em que a Lúcia foi sequestrada de noite e sem ninguém saber foi enviada para Leiria, depois para o Porto e Tuy, e só a partir de 1935 é que Lúcia, influenciada pelo seu confessor e bispo, escreve as suas memórias. Em 1917 não havia Rússia comunista, mas em 1935 já havia e assim se fala do comunismo na Rússia. A verdade é muito dura. Fátima movimentar 12 milhões de pessoas por ano. Fátima movimenta multidões como as divindades antigas. É uma divindade que se alimenta das pessoas, ao contrário de Jesus que alimentava as pessoas. A 3.ª parte do segredo de Fátima, na minha opinião, ainda esta por revelar completamente: o segredo mais bem guardado de Fátima é a sua fortuna. Caiem lá milhões e nunca se disse, concretamente, quanto e como é administrado. Pelas duas partes já conhecidas do segredo e que espremidas não dão nada, urge que o povo comece a reflectir sobre a verdadeira 3.ª parte do segredo de Fátima. Do ponto de vista cristão é impossível não revelar-se um segredo. Deus é o contrário, é o que se manifesta, é sua paixão revelar-se. Oremos, isso sim, para que o Senhor levante homens corajosos e capazes de desmascararem as doutrinas falsas que continuam a escravizar o nosso povo e a impedi-los de aceitarem as simples e preciosas verdades do "Evangelho, que é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê" (Romanos 1:16). A história moderna de Fátima não pode resistir a uma crítica séria. A Grande Guerra, depois conhecida como Primeira Guerra Mundial, deflagrou na Europa nos primeiros dias de Agosto de 1914 e só terminou com a assinatura do Armistício, em 11 de Novembro de 1918. A Grande Guerra demonstrou como era frágil a ordem internacional, baseada no equilíbrio de poderes e na rede de alianças tecidas por uma complexa matriz de relações entre as nações. O Mundo percebeu, então, a sua nova dimensão e as suas inevitáveis dúvidas. Em Portugal surge a lei da separação da Igreja e do Estado em 20 de Abril de 1911. Era então Ministro da Justiça António Costa que já se tinha doutorado com a tese «A Igreja e a Questão Social». Neste contexto politico, económico, religioso e social, onde a Igreja dava sintomas de crise, ouvem-se vozes: «Quanto mais entro nos meios eclesiásticos, mais me perco e vejo menos possibilidade de encontrar Cristo», «A Igreja não passa duma empresa económica» (Padre Sérgio Zanela). Em 1917 a Igreja atravessava um momento de inquietação, de autocrítica, dir-se-ia de autodestruição. Havia que se fazer qualquer coisa. Foi, então, que se "fabricou Fátima. Pena é o facto de três crianças - a viverem num meio propício, no mais alto grau, à crença no sobrenatural - terem sido utilizadas nessa "manobra" estranha quando apenas tinham, em 1917, dez, nove e sete anos de idade. Para que o "milagre" tivesse credibilidade bastante foram "criadas" seis aparições: 13/05/1917, 13/06/1917, 13/07/1917, 13/08/1917, 13/09/1917 e 13/10/1917. Foi também num dia "13" (13/02/2005) que, aos 97 anos de idade e muitas décadas de clausura em conventos de freiras, morre a Lúcia. Estranha coincidência ...Ainda não é muito esclarecedor - segredo? - o facto de em 4 de Abril de 1919 ter falecido o menino Francisco e a 20 de Fevereiro de 1920 a menina Jacinta. Concordo com o que disse o Papa João XXIII «A verdade é sagrada e nunca deve ser atraiçoada...». Eu defendo que repor a verdade é um acto de cidadania...razão pela qual aqui deixo este insignificante contributo. Paulo
Um Padre analítico
Na noite de quinta feira 15 de Julho de 1999, o canal 1 da RTP transmitiu um debate entre dois padres católicos sobre Fátima. Eram eles, o padre monsenhor José Geraldes Freire, a favor de Fátima e o padre Mário de Oliveira, contra Fátima. Este debate, ou frente-a-frente, foi moderado pela jornalista Judite de Sousa. À pergunta feita pela jornalista, sobre a beatificação dos pastorinhos Jacinta e Francisco, o padre Mário respondeu que "todas as crianças são inocentes e a melhor expressão do reino de Deus é que estas crianças foram vítimas de exploração e maus tratos e ainda agora estão a ser exploradas". Sobre o testemunho de Maria Emília Santos, de 60 anos e que depois de 22 anos de paralisia se sentir curada por um milagre de Fátima, o padre Mário responde, com ironia, que «se houve uma intervenção do Céu, o Céu poderia ter feito um milagre melhor, pois não é um milagre que se apresente». Ao ser questionado se ainda se considera um padre católico, ele responde que «procura seguir o Deus revelado em Jesus de Nazaré e em Maria; não o Deus da Senhora de Fátima. O cristianismo de Fátima tem mais de paganismo do que de Jesus". E Nossa Senhora não é o mesmo que Maria, mãe de Jesus ? - pergunta a jornalista. "Senhor, na Bíblia, quer dizer Deus. No santuário de Éfeso também havia uma divindade e Paulo insurgiu-se contra ela. Senhora, é um título divino e isto é idolatria. Ela diz que é a escrava do Senhor e não a Senhora do Senhor. As aparições de Fátima são demoníacas, não está ali a marca de Jesus. A Missão Abreviada era um livro teologicamente terrorista, e as crianças eram assim aterrorizadas. Era um livro que substituía a Bíblia. O Deus, das memórias de Lúcia, mete no inferno quem não for à Missa, quem der um beijo no namorado, quem disser um palavrão, uma injúria, quem jurar falso assim a brincar».
Sem emoções procuremos ponderar... guiomar Barba.

EMBAIXADORES DO REINO



“Lavar as mãos diante da sociedade não é amor, mas mundanismo”.

“De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus estivesse fazendo um apelo através de nós.“ (2ª Coríntios 5:20).

(Embaixador, representante de um Estado junto a outro Estado ou organismo internacional pessoa incumbida de uma missão pública ou particular; emissário mensageiro).

Percebemos como é grandiosa a nossa incumbência como embaixadores do Reino Celestial aqui neste Reino tenebroso, que é o mundo onde estamos radicados como embaixada (igreja).
Para exercermos a nossa missão, Jesus nos revestiu de ampla autoridade, ordenando que fôssemos sal e luz neste reino de trevas que apodrece dia-a-dia, enquanto Paulo nos estimulou a revestir-nos com as “Armadura de Deus.”
Como embaixadores de um Reino tão singular, são entendíveis as expressões de Paulo: Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?... Até o presente somos considerados como o lixo do mundo, escória de todos” ...
Lembremos, no entanto, que a advertência de Jesus foi: Sereis odiados de todos por causa do “Meu Nome”; aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo. (Mateus 10:22).
John Stott, no seu livro “Contra Cultura Cristã” discursa o seguinte: Esta vocação para assumir a nossa responsabilidade cristã, por causa do que Deus fez de nós e por causa de onde Ele nos colocou, é particularmente relevante aos jovens que se sentem frustrados no mundo moderno. Os problemas da comunidade humana são tão grandes e eles se sentem tão pequenos, tão frágeis, tão ineficientes! “Alienação”, um termo popularizado por Marx, é a palavra comumente usada hoje para descrever estes sentimentos de frustração.
Que mensagem temos, então, para essas pessoas que se sentem estranguladas pelo “sistema”, esmagadas pela máquina da moderna tecnologia, dominadas pelas forças políticas, sociais e econômicas que as controlam e sobre as quais elas não têm controle? Sentem-se vítimas de uma satisfação que não têm poder de mudar. O que podemos fazer? É no solo desta frustração que os revolucionários são produzidos, dedicados à violência subversão do sistema. É exatamente deste mesmo solo que pode brotar os revolucionários de Jesus, igualmente ativistas dedicados e até mais; mas antes, comprometidos a propagar a sua revolução do amor, da alegria e da paz. E esta revolução pacífica é mais radical do que qualquer programa de violência, por causa dos seus padrões incorruptíveis e porque modifica as pessoas e as estruturas.
Mas precisamos ter o sal em nós mesmos, e devemos deixar que a nossa luz brilhe.
O sal cristão não tem nada de ficar aconchegado em elegantes e pequenas dispensas eclesiásticas; nosso papel é o de sermos “esfregados” na comunidade secular, como o sal é esfregado na carne, para impedir que apodreça. E quando a sociedade apodrece, nós, os cristãos, temos a tendência de levantar as mãos para o céu, piedosamente horrorizados, reprovando o mundo não-cristão; mas não deveríamos, antes, reprovar-nos a nós mesmos? Ninguém pode acusar a carne fresca de deteriorar-se. Ela não pode fazer nada. O ponto importante é: onde está o sal?

Lutero deu grande importância a isto, enfatizando que a denúncia e a proclamação andam de mãos dadas, quando o evangelho é verdadeiramente pregado: “O sal arde. Embora eles nos critiquem como sendo desagradáveis, sabemos que é assim que tem de ser e que Cristo ordenou que o sal fosse forte e continuamente cáustico... Se você quiser pregar o evangelho e ajudar as pessoas, terá de ser rude e esfregar sal nas feridas, mostrando o outro lado e denunciando o que não está certo...
O verdadeiro sal é a verdadeira exposição das Escrituras, que denuncia todo o mundo e não deixa nada de pé a não ser a simples fé em Cristo. (Citado por Stott no mesmo livro Contra Cultura Cristã).

Foi exatamente este procedimento que Jesus teve com o jovem rico. Colocou sal na ferida dele, e é notável como o seu coração ficou exposto, desnudo, e a sua verdadeira disposição com relação ao pecado patente, contrastando em grande dimensão com a atitude da mulher samaritana quando confrontada pelo mesmo Cristo...

Helmut Thielicke aborda este mesmo tema da necessária qualidade incisiva ou “ardida” do verdadeiro testemunho cristão. Ao olharmos para alguns cristãos, diz ele, “poderíamos pensar que a sua ambição é ser a cumbuca de mel do mundo. Eles adoçam e açucaram a amargura da vida com um conceito demasiadamente complacente de um Deus amoroso. Mas Jesus, evidentemente, não disse: ‘Vocês são o mel do mundo.’ Ele disse: ‘Vocês são o sal da terra. ’ O sal arde, e a mensagem não adulterada do juízo e da graça de Deus sempre tem sido uma coisa que machuca”. (Stott).

Como Sir Fredecick Catherwood expôs em sua contribuição ao simpósio Is Revolution Change? (A Revolução Muda Alguma Coisa?): “Tentar melhorar a sociedade não é mundanismo, mas amor. Lavar as mãos diante da sociedade não é amor, mas mundanismo.” (stott).
Somos embaixadores do Reino Celestial, não queiramos ser “demitidos” por lavarmos as nossas mãos em detrimento da nossa missão e muito mais dos filhos de Abraão que ainda estão como súditos do príncipe deste mundo tenebroso. Pra. Guiomar Barba.

AS FACES SECRETAS DO CRIME...

Extraído do blog "Filhos de Um Deus Menor", de Paulo Correia Sempre, nosso amigo português, que não se omite diante das injustiças sociais, mas incansávelmente as tem denunciado. Injustiças que fazem coro com os mesmos desmandos políticos do nosso Brasil .



Hoje, sociocriminogénesis, juristas, penalistas, jornalista, politicos, policias e o povo em geral, confessam-se, quanto a certos crimes, impotentes para explicar as "faces secretas do crime". Se é suposto que todos procuram a verdade material dos factos, não é menos suposto que alguns procuram criar os mais criativos e bizarros labirintos com o fim único de dificultar tal procura. Se a sociedade pretende redimir-se e encarar a diminuição da eficácia e eficiência dos que, a todo o custo, - e por variadíssimas razões - procuram dificultar a descoberta da verdade, terá que repensar os conceito de investigação criminal e segredo de justiça. As "faces secretas do crime" estão "ancoradas" nos objectivos ilícitos de certos poderes. Poderes onde a pessoa humana - a vida humana -não é um bem jurídico relevante mas, ao invés, os interesses pessoais e outros, têm, ai, os lugares cimeiros na "agenda" das prioridades. Em certos crimes, sempre que se perfilam testemunhos ou investigação credíveis, surgem pantominas de coisas sérias, fazem-se julgamentos na praça pública, escondem-se traumas terríveis. Surgem perseguições, demissões, nomeações, alterações legislativas. Espalha-se a dúvida e o medo. Neste contexto são poucos os que se atrevem a atirar um "pedregulho" para o charco da ingratidão e a contar a verdade nua e crua de toda a vivência em meios hostis e extremamente marcantes que caracterizam as "faces secretas do crime". Os "poderes ocultos" com "sorrisos de anjo", podem até mascarar a verdadeira realidade, uma realidade pejada de bodes expiatórios e vitimas sem fim...mas, também, uma realidade que alberga a verdade material. É neste paradoxo que se multiplicam as pressões, as demoras, as prescrições, os arquivamentos de processos crime e a lentidão aflitiva do passar do tempo. Surgem, por vezes, certos "messias" que dizem trazer consigo, num texto redigido à pressa, a "verdade material" quanto a certos crimes que os midea divulgam até à exaustão. Por vezes, até, não se sabe se tais "messias" estão "apaixonados" pela "luz" dos midea ou se, realmente, interessados em anunciar a "boa -nova" (verdade material). Entretanto, o "enredo" enganador da verdade, nua e crua, e uma "boa-nova" - tipo (3º segredo de Fátima - vão permitindo que o tempo deixe construir a ilibação dos verdadeiros culpados. Afinal Deus e o Diabo não são concorrentes, diga-se o que se disser; as suas clientelas é que diferem. Tal como o distinto advogado não aceita defender a causa do plebeu, tal como o médico de nomeada não se interessa pelos clientes pobres, tal como o magnifico reitor não se interessa pelos alunos dos bairros degradados, nem o ilustre pensador pelas qualidades instintivas dos que têm uma visão equilibrada do quotidiano, assim os "deuses da justiça" desconsideram, ou não, a verdade material, em função do estatuto dos que têm interesse nos processos ou em beneficio pessoal, dai resultante, para o "céus" onde se movem.




Nota: o conteúdo deste texto (postagem) pode ser susceptível de causar incómodos a algumas pessoas. Assim, importa referir o seguinte: qualquer semelhança desta postagem com a realidade, é pura coincidência. Paulo Sempre.




(Pura coincidência? Desta matéria, todos nós sabemos que é, e infelizmente posso gritar: uma verdade cristalina, real em Portugal, no Brasil e no mundo que se deteriora dia-a-dia). Guiomar

QUESTIONE




Não somente é nobre, como também responsável se investigar ou questionar quando se ficou obscuro, quaisquer que sejam os ensinamentos que recebamos.

“Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim.” (Atos 17:11).

É relevante como foram reputados como “nobres” aqueles que esquadrinharam a palavra para abraçarem também com conhecimento próprio a doutrina que lhes era proposta.
Não é esta a razão pela qual temos hoje a revelação da palavra na sua íntegra?
Não foram homens inteligentes e excelentes que, inconformados com ensinamentos que não lhes respondiam aos questionamentos da alma, às demandas e aspirações insaciáveis do espírito, empenharam-se, mesmo a custo de suas próprias vidas, em varrer as superstições e sofismas que apenas lhes acalmavam as angústias que o pecado lhes provocava na alma?
No entanto, com a irrogação da pecha de orgulhosos, hereges, diante de tão grandiosa controvérsia que trazia a baila os arremedos humanos, embora conscientes de que não tinham em mãos a alma do homem, portanto sem intenção de constranger a ninguém, reconheciam: “A liberdade é a própria essência da fé.” Consequentemente, o Espírito Santo encontrou ampla liberdade de trazer luz aos ávidos da verdade.

Ao contrário do que recomendou o apóstolo Pedro, quando o líder quer ter domínio sobre o rebanho que lhe foi confiado, refuta os questionamentos e “determinadas perguntas” e os classifica como rebeldia, e às vezes ameaça a ovelha sedenta, relegando-a a ignorância absoluta das verdades bíblicas. Assim, curiosos em conhecer as Escrituras, surgem os que assimilam através de centenas de programas de diferentes meios de comunicação qualquer bestialidade, heresias, distorções da palavra, interpretação absurda de versículos isolados, que trazem prejuízos lamentáveis ao corpo e ao evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A tendência natural que evidenciam essas pessoas é darem mais crédito a “experiências” esdrúxulas, mesmo sem embasamento bíblico, mas que manipulam suas emoções, levando-as a êxtase “espiritual”, do que a reflexões sadias, que confrontem a sua vida cristã, levando-as a uma reavaliação e oferecendo argumentos fidedignos para uma vivência segundo os padrões cristãos.

É lamentável também que um evangelho barulhento, castrador, cheio de falsas promessas, incoerente exerça um verdadeiro fascínio sobre as massas que não querem compromisso com o corpo de Cristo, e sim com religiosidade, vedando qualquer lampejo esclarecedor da Bíblia para alguns que, por ventura, o buscam, quando Cristo nos convocou a sermos luz nas trevas, sal para este mundo que apodrece dia-a-dia.

Por outro lado, encontramos multidões de ovelhas feridas, machucadas, famintas e sedentas, que não se dobram a qualquer maléfico vento de doutrina ou refeições raquíticas que lhes enfraqueceria a alma, em busca do gotejar da doutrina, do destilar da palavra. E, com certeza, O Sumo Pastor, aos que Lhe buscam com todo coração, conduzirá a pastos verdejantes e águas tranqüilas.

A palavra de Deus é simples, clara, compreensível. Jesus pregou sem ostentação de palavras, suas metáforas eram comuns a todos: luz, pão, sal, fogo, rede, pesca, campo, peixe, trigo, joio... E suas parábolas sempre explicadas ao entendimento de todos. Ele atingia a todos os níveis de cultura com os mesmos ensinamentos. Temos o suficiente para caminharmos até a vida eterna. A Tua palavra é lâmpada para os meus pés e luz para o meu caminho. Sigamo-la. Pra. Guiomar Barba.

ESPERAR




“Desfalecem-me os meus olhos à espera da Tua salvação e da promessa da Tua justiça.” (Salmo 119 123).

“Por que se concede luz ao miserável e vida aos amargurados de ânimo, que esperam a morte, e ela não vem?” (Jó 3:20,21)

“Também através dos Teus juízos, Senhor, Te esperamos; no Teu nome e na Tua memória está o desejo da nossa alma.”
“Com minha alma suspiro de noite por Ti e, com o meu espírito dentro de mim, eu Te procuro diligentemente; porque, quando os Teus juízos reinam na terra, os moradores do mundo aprendem justiça.” (Isaias 26:8,9).

Estamos trazendo à memória profundos suspiros da alma de três grandes homens de Deus. Um rei, um rico piedoso e íntegro e um grande profeta.
Cada um com a sua demanda, já exaustos por uma espera longa, seguida pelo silêncio absoluto do Único que os poderia livrar.

Não tenho idéia de qual personagem na história bíblica tenha esperado mais tempo por uma resposta de Deus nas horas em que mais carecia de uma. Sabemos, no entanto, que: David foi campeão de espera, José, preso injustamente, esperou o tempo da sua libertação, Abraão esperou pelo filho prometido, Moisés, apascentando no deserto, com toda uma bagagem cultural e espiritual, esperou a direção de Deus para sua vida durante longos anos, Jacó esperou catorze anos pela mulher do seu amor, Daniel esperou vinte um dias angustiantes por uma resposta de Deus, Jeremias, no calabouço, seus dias de espera foram como uma eternidade. Quantos anos esperou Ana, em humilhação, pelo nascimento do famoso filho Samuel?

Seria longa a lista de homens e mulheres de Deus que esperaram pelo Senhor nas suas aflições.
Muitos dos que figuram na bíblia viveram as mesmas tribulações e angústias que abatem o espírito de qualquer mortal. Jeremias questionou com Deus sobre a prosperidade e paz que desfrutavam os perversos. Asafe, por sua vez, quase se desviou dos caminhos do Senhor quando se apercebeu, como Jeremias, que os perversos eram prósperos e viviam felizes. Jó fez esta mesma observação: como é, pois, que vivem os perversos, envelhecem e ainda se tornam mais poderosos, as suas casas têm paz e a vara de Deus não os fustiga.
Incrível que Jeremias e Jó chegaram a amaldiçoar o dia do seu nascimento e Jeremias desvairadamente amaldiçoa até o pobre homem que anunciou a seu pai que ele havia nascido, e Elias pediu pra si a morte.

É lamentável que hoje muitos filhos de Deus, tanto quanto o foram os personagens bíblicos, ao passarem por situações semelhantes, tenham que exibir a máscara da alegria constante, a impressão de um corpo saudável, uma falsa aparência de prosperidade financeira, de harmonia absoluta no lar por medo de discriminação, críticas, ou serem mais feridos, enquanto consideramos como heróis e grandes em fé apenas aqueles que foram escolhidos por Deus para figurarem nas páginas da bíblia...
O convívio entre irmãos, segundo a palavra, deve ser aprazível, sanador, acolhedor, fortalecedor, onde se partilha cargas pesadas, confessionário,
ministrador de perdão, depositário de lágrimas, construtor de auto-estima,
paterno, materno, libertador de traumas, conselheiro. Jamais uma câmara fria, onde se conservem os nossos irmãos que transgrediram em algum lugar do caminho. Quantos serviços mais forem necessários para o bom andamento da comunidade cristã, devemos prestar como ao próprio Jesus.

Ouvi uma história que achei muito interessante: Um senhor comprando em uma loja percebeu que no bolso da camisa do vendedor havia alguma coisa incompreensivelmente escrita, mas que lhe chamou atenção. Perguntou então ao vendedor o que estava escrito ali. O moço lhe respondeu: "Tenha paciência comigo, Deus ainda não me terminou."
Pra. Guiomar Barba.

"QUALQUER CULTURA NASCE DE UM PARADOXO INAUDITO..."

Postado por Paulo Correia no seu blog "Filhos de Um Deus Menor." Portugal tem os mesmos clamores que o Brasil e o mundo. Estamos todos na mesma decadência. (Guiomar Barba)

"FELIZ É A NAÇÃO CUJO DEUS É O SENHOR"!

Qualquer cultura nasce de um paradoxo inaudito. Quando crianças, entramos, por vezes, na sociedade sob o signo da violência. Uma cultura sob os auspícios da violência tudo nos tira: a nossa procura insaciável de uma satisfação ilimitada, o nosso amor infinito por nós próprios que, por força das circunstancias, se há - de confundir com o tipo de quotidiano onde, paulatinamente, nos movemos. Quando ainda crianças, até a nossa mãe - que amamos como nunca amaremos ninguém - nos quer "aculturar, isto é: ensina-nos a renunciar. Esta aculturação em bairros degradados, onde os valores da família perderam toda a carga afectiva, de partilha, de condescendência, é, de facto, de grande violência. Violência geradora de condicionalismos, pressões, que nos modela, nos dá forma, nos constitui, ainda assim, em «seres culturais». Mas...o maior paradoxo é quando, já adultos, descobrimos que: raramente nos recompomos da referida violência e, se alguma capacidade de reflexão ainda sobrou, facilmente sentimos em nós as feridas indeléveis que aquela nos deixou. Estranho é, o facto de, já adultos, e apesar das "feridas", continuamos, incessantemente, a desejar o impossível sem aceitarmos assumir o trágico, os factos brutais, o insólito e... principalmente, o insolente real. Depois...deliramos. Afinal a cultura delira conosco e promete-nos o impossível: a felicidade absoluta, e a reconciliação total... Até a sociedade se vai afastando do seu "papel". Era suposto que cada sociedade pusesse à nossa disposição uma série preferencial de defesas, "impulsos" despertadores de mobilização e organização. Uma sociedade que nos ensina-se a recalcar determinados desejos, certas pulsões, certos fantasmas. Não! A actual sociedade, que faz "bandeira" da liberdade da pessoa humana, é uma utopia! A actual sociedade, usando mecanismos «invisíveis», acaba por "declarar", em muitos casos, uma condenação à "morte" sobre determinados tipos de comportamentos. A tudo isto juntam-se o "sagrado", o "afectivo", o "irracional", o "místico", em inequívoco sentido oportunista. Restam os inconformados... esses.. encontramo-los em "vidas subterrânea" ou em existências clandestinas . Outros... refugiam-se num comportamento sectário ou até mesmo psicótico. Hoje, apenas encontramos aculturados técnicos. Encontramo-los ao voltar das esquinas quando não nas mais altas estruturas do Estado. O perigo maior que nos espreita é a consequência última da condição de aculturados técnicos: perda do sentimento da nossa identidade.
 

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Meu Perfil

Nome do Meu Blog Principal
Vivendo em Cristo
Endereço do Meu Blog
http://davidguiomar.blogspot.com
Descrevendo meu blog...
Simples. Nosso objetivo é restauração, edificação e salvação.
Postamos mensagens, após um período de oração e busca por orientação do Senhor.
Meu blog fala de...
Minha Vida Pessoal, Religião, Teologia, Atualidades, Politica, Mensagens Diversas, Mensagens Bíblicas, Poesias, Outras Categorias
Outras Categorias do meu blog.
Estamos abertos para postar matéria de qualquer categoria, que venha trazer proveitos.
Editor Responsável do Blog (Eu)
Guiomar Barba
Sobre Mim
Nascida no evangelho, vivi um bom tempo longe dele, sendo restaurada de uma forma dramática e profunda. Fomos chamada para o ministério com drogados, trabalhamos vinte anos na Missão Peniel de BH., servindo em vários campos missionários. Casei com um ex-viciado em drogas, na Bolívia, onde abrimos centro de recuperação. Temos dois preciosos filhos.
Sou serva do Deus Altíssimo, aprendendo dia a dia a viver a vida de Cristo.
Cidade
Aracaju
Estado
Sergipe
Minha formação Acadêmica
Fiz Seminário de Teologia da Recuperação em Peniel de BH.
Minha Igreja
Adoração Voluntaria
O que faço na Igreja para o Senhor?
Estamos recentemente servindo na Ig. Adoração Voluntária. Estamos nos envolvendo na medida em que Deus tem confirmado no nosso coração seus objetivos para nossa vida.
De que gosto?
Minha família, ministério, intercessão, lázer, viajar, teatro, música, ler, comidas regionais, namorar com meu marido.
De que não gosto?
Perder tempo, fazer algo por obrigação, fila, esperar, fazer alguém esperar, comércio.
Eu acho da Comunidade Nacional de Blogueiros Cristãos...
Uma idéia indispensável.

Diário Cristão de Guiomar Barba

MULHER

Terça-feira, 10 de Junho de 2008 Mulher, por que choras? Foi este o título para um tema apresentado por nós no passado fim de semana em palestras realizadas numa cidade. Foi com muito prazer que o fizemos, sendo que também a recepção dos ouvintes foi bastante gratificante. Deparamos-nos com mulheres iguais a tantas outras, sofridas, escravizadas, com a auto-estima lá em baixo, sem vida, como se o tempo houvesse parado para elas e o seu destino fosse um cálice de fel. Aquela mulher que p Continue lendo...

Publicado em June 15th, 2008 às 0:07 — 1 Comentário (Adicionar)

A PRETERIDA

“Respondeu Labão: Não se faz assim em nossa terra, dá-se a mais nova antes da primogênita.” Mui triste é a história de Lia, esta mulher preterida por Jacó, mas que era amada do Senhor e que soube superar o sofrimento com uma dignidade rara. Lia era vítima de uma cultura terrivelmente injusta, que invertia os valores em detrimento das mulheres, o que não é raro ainda nos paises orientais e infelizmente ainda acontece no ocidente orgulhoso pelo seu desenvolvimento. Jacó amava extremamente Raquel,… Continue lendo...

Publicado em May 3rd, 2008 às 12:40 — Sem comentários (Adicionar)

DEUS DESCONHECIDO

Friedrich Nietzsche (1844-1900), aquele mesmo que disse: "Deus está morto”. Olha que interessante: ORAÇÃO AO DEUS DESCONHECIDO Antes de prosseguir em meu caminho e lançar o meu olhar para frente uma vez mais, elevo, só, minhas mãos a Ti na direção de quem eu fujo. A Ti, das profundezas de meu coração, tenho dedicado altares festivos para que, em Cada momento, Tua voz me pudesse chamar. Sobre esses altares estão gravadas em fogo estas palavras: “Ao Deus desconhecido”. Sou, sou eu, embora até o p… Continue lendo...

Publicado em May 2nd, 2008 às 21:30 — Sem comentários (Adicionar)

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Às 14:47 do dia July 28th, 2008,
James de Almeida disse...
A vós graça, e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo!

“Disse-lhes, pois, Jesus: Quando levantardes o Filho do homem, então conhecereis quem eu sou, e que nada faço por mim mesmo; mas falo como meu Pai me ensinou. E aquele que me enviou está comigo. O Pai não me tem deixado só, porque eu faço sempre o que lhe agrada.” (João 8.28,29)

Maravilhosa Palavra de Deus que, nos ensina a que nunca estamos sós, quando perseveramos em consagrar nossas vidas ao Senhor e fazer tudo quanto nos diz as Sagradas Escrituras, não nos desviando nem para a direita e nem para a esquerda...

Deus nos abençoe em Amor fraternal, guardando-nos para aquele glorioso Dia, fortalecendo-nos em sabedoria...

Fraternalmente,
James.
www.jesusmaioramor.blogspot.com
Às 17:03 do dia July 24th, 2008,
Rosineide Farias Marques Medeiros disse...
UMA MENSAGEM PARA SUA MEDITAÇÃO.

Não podemos vencer a batalha contra carne se entristecermos o Amado Espírito Santo no Qual estamos selados para o Dia da redenção. Precisamos ser perseverantes e caminhar para o alvo da soberana vocação que está em Cristo Jesus. A vitória sobre a carne simboliza retomada de poder contra o diabo. Diga não as obras da carne e sim ao controle do Espírito Santo sobre a sua vida. O alvo se aproxima a cada dia que conseguimos vencer a carne. Não desista! Vá em frente! Busque as coisas lá do alto, prossiga para o alvo (Fl. 3:13-14). Você irá vencer, porque em Cristo, somos mais do que vencedores. Aleluia!

FICA NA PAZ
Às 22:19 do dia July 21st, 2008,
Ev. Rubens Cunha disse...
Paz ! Sou novo aqui na CNBC e gostaria de te convidar para visitar nosso blog e site: www.rubenscunha.org
Às 17:05 do dia July 20th, 2008,
Natalino da Silva disse...
Paz do Senhor, Pra. Guiomar!
Feliz dia do Amigo! Nesse dia especial não poderia deixá-la de te visitar.
Obrigado pela amizade, que a paz do Senhor do Senhor reine constantemente em sua vida. Fica com Deus!
Às 3:36 do dia July 6th, 2008,
pedro aurelio disse...
paz do sr .
querida irmã tenho andado muito ocupado e não tenho tido muito tempo para poder falar através do messager .
Logo sou capaz de poder tare la um pouco , apesar de já la ter ido e não ter visto a irmã la , por talvez os nossos Horários não se ajustam quando a irmã ta o eu.
Que Deus a possa abençoar ricamente a sua vida.
Com os melhores comprimentos .
Pedro Aurélio
Às 15:19 do dia July 3rd, 2008,
Márcio Melânia disse...
Que bom que sua resposta chegou não é?
Às 10:29 do dia June 30th, 2008,
Márcio Melânia disse...
Infelizmente, as notícias sobre a Ingrid Bittencourt desapreceram da mídia...
Mas assim que tiver alguma novidade em envio para a irmã.
Às 8:42 do dia June 30th, 2008,
James de Almeida disse...
A Graça e a Paz estejam convosco, amada irmã Guiomar.

Deus abençoe nesta semana, e que o Espírito Santo nos guie e nos ensine a cada dia mais servirmos ao Senhor...

Fraternalmente.
James.
Às 16:13 do dia June 16th, 2008,
Sammis Reachers disse...
Amada irmã, belos textos em tua página e blog. Fui edificado.
Que Deus continue a lhe abençoar e usar nesta terra (e na web), em nome de Jesus!
Às 6:04 do dia June 15th, 2008,
pedro aurelio disse...
Paz do sr , minha querida irmã em Cristo Jesus .
Na Altura que me deixou o comentário lhe deixai o meu endereço do messager deusetudoparamim@gmail.com .

Querida irmã tenho todo o gosto de conhecer o seu Amigo e lhe poder ajudar , mas preciso de saber de que zona de Portugal ele pk Portugal e muito grande .
Eu só de Lisboa , mas o pé da Expo .
Lhe vou deixar o Endereço da minha Igreja .

A . D .Sacavém

Morada: Travessa Chafariz Lote 4-r/c 2685-034 Sacavém

Telefone: 219 415 268

Domingo: 9.00h Culto de Estudo Bíblico 10.30h Escola Domingo 17.00h Evangelismo

3ª Feira: 15.00h Culto de Pregação

4ª Feira: 15.00h Culto de Pregação

6ª Feira: 21.00h Culto de Estudo Bíblico

Sábado: 19.30h Culto da comunidade Brasileira

Sábado: 21.00h Culto da comunidade Africana (Terraços da Ponte)

caso seja preciso mais alguma informação me diga .

Com os melhores comprimentos .
Pedro Aurélio
 
 

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