
FILIPENSES 1.12-26
Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro. (Fp 1.21.)
A igreja primitiva teve grande número de mártires. Ser cristão significava
literalmente estar em perigo de vida. As mais terríveis torturas impostas a
um ser humano aconteceram nos primórdios da igreja cristã. E cada vez
mais sangue inocente era derramado por amor a Cristo, nas arenas dos circos
de Roma. O irmão Policarpo, homem santo e respeitado, já velhinho, fora
preso e condenado à morte pelo crime de ser cristão e pregar esse nome.
Pedidos de clemência ao imperador chegaram assinados por vários nobres
amigos do ancião. Mas ele mesmo não aceitou ser liberto. Estava pronto a
morrer por Cristo e dizia:
"Vocês não vão me tirar esse privilégio. Não quero deixar de ter o galardão
de poder morrer pelo meu Mestre."
E foi martirizado expressando palavras de glorificação ao nome do Senhor.
Quantas vezes, nas pequeninas coisas em que o nosso amor pelo Mestre é
testado, falhamos e somos reprovados. Jesus deu a sua vida por nós. Ele morreu
a nossa morte para nos dar a sua vida. E nós; o que temos feito por ele?
Se por Cristo não nos for dado morrer,
Por ele, e para ele, devemos viver.
Cristo e sua glória devem ser a motivação
De nossa história, de nosso coração.
Pai celeste, dá-nos um coração cheio de amor ardente por
ti e pela tua causa. Ajuda-nos a olhar sempre para ti e assim
vencermos todas as batalhas do nosso viver. Nós te amamos,
Senhor. Aleluia!
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