O documentário é credível, sério, científico sobre um trabalho de arqueologia. E claro que não é consensual e por isso mesmo é que a SIC vai abrir um espaço público de debate logo a seguir à sua exibição." (José Navarro de Andrade, responsável pelas aquisições estrangeiras das estações)
Eis precisamente o que o documentário não é, sendo naturalmente especulativo e sensacionalista, procurando apenas cavalgar a projecção fácil e o lucro imediato na senda de obras como foi O Código Da Vinci de Dan Brown.
Será que produções como esta são uma ameaça à fé? De modo algum, porque a fé sustentada na História dos factos que remontam há dois mil anos e pelos quais milhares deram a sua vida, na afirmação serena e pacífica de Jesus Cristo crucificado e ressurrecto, único e suficiente Senhor e Salvador; bem como numa experiência pessoal com o Deus encarnado, tanto da História como da fé, e traduzida numa transformação de vida, não pode ser abalada ou destruída. Só perde a fé quem a não tem ou a não quer ter n'Aquele que é o seu autor e consumador.
Estas produções são uma oportunidade especial para darmos voz à revelação bíblica, à verdade dos evangelhos, aos factos de há dois mil anos que nos evangelhos estão relatados.
Não nos esqueçamos que a "contra-informação" religiosa e política de que Jesus Cristo não ressuscitara e de que o corpo havia sido roubado pelos discípulos, é tão antiga quanto a mensagem inequívoca da Sua ressurreição.
Noticia Evangélica
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